Laboratório de Neurofarmacologia

O laboratório de Neurofarmacologia começou suas atividades com a vinda do professor Marcus Vinícius Gomez para o departamento de Farmacologia do ICB em meados da década de 90 do século passado. Com sua chegada, o professor Vinícius trouxe ampla experiência adquirida em seu antigo departamento, com o estudo das atividades de toxinas purificadas do veneno da aranha armadeira (Phoneutria nigriventer) e do escorpião amarelo (Tityus serrulatus). Esses trabalhos foram sucedidos pelo estudo de uma série de neurotransmissores no SNC e possibilitou um enorme desenvolvimento do laboratório de Neurofarmacologia.

Em 2006, com a aposentaria compulsória do professor Vinícius, a composição original do laboratório de Neurofarmacologia foi alterada. Contribuiu ainda para a alteração do laboratório de Neurofarmacologia a transferência e a mudança de dois professores que compunham o Neurofar. Assim, a linha de pesquisa laboratório foi modificada.

Atualmente, o laboratório de Neurofarmacologia conta com três professores: Helton José Reis, Antônio Carlos Pinheiro de Oliveira e Luciene Bruno Vieira, contratados em 2006, 2010 e 2013, respectivamente. As duas principais linhas de pesquisa do professor Helton são comunicação e mediação neuronal (área básica), e o estudo de alguns processos patológicos com ênfase em doenças neurodegenerativas, como Doença de Alzheimer. O professor Antônio tem como linhas de pesquisa a investigação do envolvimento da inflamação em processos neurodegenerativos e das vias de transdução de sinais envolvidas na expressão de mediadores inflamatórios em células gliais e em neurônios. Ele trabalha investiga processos patológicos presentes na Doença de Alzheimer, epilepsias e esquizofrenia.  A professora Luciene investiga as alterações neuroquímicas relacionadas as doenças neurodegenerativas bem como novos alvos terapêuticos para o tratamento destas doenças.

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